Tag Archives: Yu Kamiya

Capa 2 Ressaca Friends 2014

Ressaca Friends 2014 – O Dia do Show!

RESENHA MORTIFERA!

Ressaca Friends  2014

 

 photo Capa2RessacaFriends2014_zps14c8e448.jpg

E aí jovens, como estão vocês? Sim, estamos de volta, e já passou o natal e o ano novo, estamos agora já em 2015 hein?

“Por que vocês publicaram agora a review do Ressaca 2014?” Por que a gente quis, hunf.

Zoeras à parte, foi por tempo mesmo, e queríamos fazer uma coisa legal aqui comentando sobre um trecho das editoras de mangás, que acho que futuramente vamos dar mais destaque numa outra matéria.

 photo DSCF4712_zps1da1de32.jpg

Pois é meus nobres amigos, e hoje é dia de postagem de evento, pra você que pensou que não postaríamos sobre o Ressaca Friends, hoje é o dia! Falaremos um pouco do segundo dia do evento, é, foi o que conseguimos, o primeiro não deu pessoal, ficaremos devendo esta pra vocês, mas com certeza ano que vem traremos! O dia 21 de  Dezembro foi cheio de coisas boas, a primeira dela é que nem precisamos pegar fila, compramos ingresso pela internet e foi super rápido pra passarmos, a sinalização e a orientação para o evento estava boa, só tive um problema ou outro na hora de ler o código QR do ingresso, mas passamos de boas.

 photo DSC02604_zpscd431211.jpg

O calor estava inacreditável, parecia o Rio de Janeiro num calor de 40 graus de tão quente, e o tanto de gente que foi ao evento foi impressionante, todo santo canto estava ocupado por uma humilde buzanfa em busca de um local pra descansar as pernas, inclusive as nossas.

 photo DSC02607_zps418fb2d3.jpg

 photo IMG_20141221_143138225_zpsdfdec981.jpg

Os eventos foram muito bacanas, as atrações principais foram o campeonato de cosplays, foi sensacional, as performances, as interpretações e as caracterizações estavam ótimas, foi incrível, especialmente alguns cosplays femininos é claro. A próxima atração foi a palestra do excelentíssimo Thiago Furukawa, mais conhecido por aqui por Yu Kamiya, o brasileiro com residência no Japão autor de No Game No Life.

 photo Auditorio_zps37d0c1b2.jpg

O cara foi com sua esposa e marcaram muita presença, apesar do seu sotaque carregadíssimo de japonês ele soube falar em português e mostrou-se um cara bacana, que sabe fazer piadas e tem uma sinceridade fora do comum.

 photo yukamiya_zps2d4ba691.jpg

Deu também algumas dicas para jovens que também têm interesse em se aventurar pelo mundo dos mangás, o que mais marcou foi “Se você quer fazer mangá, desenhe e escreva 26 horas por dia…” Sua esposa foi muito simpática e a mediação foi boa, abrindo espaço também para perguntas da platéia.

 photo DSCF4709_zps21ead154.jpg

Logo a seguir veio um dos acontecimentos mais polêmicos, senão o mais polêmico de todo o evento. A mesa redonda das editoras, com as principais editoras de mangás do país, a JBC com Cassius Medauar, a Panini com Beth Kodama, a New Pop com Júnior Fonseca e a Nova Sampa com Marcelo Del Greco. Tive o prazer de conversar com Marcelo antes da palestra, no estande da Nova Sampa, onde comprei o Box de Gurren Lagann, muito gente boa, mas nada se compara ao que ouvimos na mesa redonda.

 photo DSCF4699_zpscf49c278.jpg

Logo de início Cassius e Del Greco começaram a “dar bronca” na platéia, dizendo que queriam que o mercado de mangás crescesse, mas que ninguém comprava, especialmente os shoujos. Eu vou dar a real de todo o debate, porque eu senti uma atmosfera fortíssima de coitadismo por parte deles.

 photo DSCF4706_zpsb196642c.jpg

Tento não ser hipócrita, é claro que eu gostaria de o mercado brasileiro de leitura fosse grande pra valer a pena as editoras investirem mais, mas poxa vida, usar 15, 20, 30 minutos pra dizer que só o público é culpado por todos os problemas que as editoras enfrentaram é muito estranho, no mínimo. Sem contar a quantidade de farpas que soltaram entre si, não sei se foi combinado ou não, mas que soou muito desagradável soou, e pareceu mais que as editoras têm dificuldades em criar planos e propaganda para atingir o seu público. Alguns lançamentos e continuações foram anunciados, a JBC virá com Nanatsu No Taizai, a New Pop virá com No Game No Life, a Nova  Sampa dará continuidade a Gurren Lagann e a Panini anunciou Aoharaido para 2015.

O último acontecimento do dia foi o show da banda Home Made Kazoku. Foi incrível, a energia dos caras é contagiante, e o show foi sensacional.
 photo DSC02676_zps20226aba.jpg

 photo IMG_20141221_195022233_zps49c4f67c.jpg

Outra vez meu tamanho não ajudou muito, e pra variar, no meio das muitas lojas que estavam na parte interna da Universidade Cruzeiro do Sul consegui perder uma camisa do FullMetal. Proezas à parte, foi sensacional, aproveitamos bastante, e as fotos você confere aqui no site e na nossa página do Facebook também. Agradeço ao Capizani e ao Corvo pela ajuda no evento, e ano que vem temos muito mais pra vocês!

 photo Capa1RessacaFriends2014_zps2c4d14ee.jpg

Aguardem, o RM está por aí, trazendo o que você gosta!

Resenha RM#32 - No Game No Life

Resenha RM#32 – No Game No Life

RESENHA MORTIFERA!

No Game No Life

(Nogemu Noraifu – Anime)

Resenha RM#32 - No Game No Life

-Autor: Thiago Furukawa (Yu Kamiya).
-Diretor: Atsuki Ishizuka.
-Editora Original: Media Factory, pela revista Monthly Comic Alive.
-Editora Brasileira: Sem (por enquanto).
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Abril de 2014 – 25 de Junho de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: AT-X, Tokyo MX.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 temporada (até agora).
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Aventura, Ação, Fantasia,  Comédia, Ecchi.
-Público Alvo: Shonen.

Que mundo você prefere?

E aí jovens, como vão? Aqui é o Lucas e hoje é um dia especial de resenha pra vocês. Depois de terminar o anime ainda este ano o colocamos na votação pros próximos animes, e não deu outra, e hoje trago pra vocês a análise completa de NO GAME NO LIFE!

Pra mim foi uma experiência muito especial, primeiro, era um anime que estava sendo muito comentado, e eu ainda não sabia a razão disso, algo bem parecido com o que aconteceu, por exemplo, com Shingeki No Kyojin quando lançou, mas é claro que em proporções menorzinhas.

 photo No-Game-No-Life-Episode-4-03_zps8cc829e6.jpg

O segundo motivo foi o fato de No Game No Life ter sido escrito por um brasileiro, sim, oh yeah, o mangaká Thiago Furukawa realmente fez um sucesso muito respeitável na terra do sol nascente, e o entretenimento japonês lhe deu a chance de ter um anime, algo raro e de caminho difícil até para outros mangakás japoneses.

Talentoso? Sim, mas eu quero deixar muito claro jovens que por mais que o mérito seja uma verdade, nós vamos analisar a obra como fazemos com todas as outras, certo? O que comentei sobre o cara NÃO  vai interferir em NADA  na resenha.

Então chega de enrolação, e bora pra análise.

 photo Tet-welcomes-you_zps1a5ce9b7.jpg

Sora e sua irmã Shiro são dois Hikkikomoris, jovens mancebos viciados em jogos que dispensam suas vidas sociais (tipo eu que escrevo resenhas e vocês que lêem) e que num dia, jogando xadrez contra um adversário formidável são raptados por ele e transportados para um outro mundo onde tudo é decidido por jogos.

Sim isso mesmo, você pode matar uma pessoa jogando cara-ou-coroa, joken-pô, dois-ou-um, poker, 21 e o que você quiser, desde que não quebre as dez leis absolutas daquele mundo, ditadas pelo seu deus, Tet, a quem eles desafiam vencer.

 photo no-game-no-life-episode-6-8_zps32ece43d.jpg

O enredo de No Game No Life é muito interessante, na verdade eu vi que tinha um grande potencial assim que bati os olhos nele, apesar de ser parecido com o clichêzão de trocar o mundo real pelo mundo virtual, o mundo para onde Sora (que é macho ta, apesar do nome não parecer) e sua irmã Shiro vão, não é virtual, é um mundo de fantasia paralelo, com suas próprias regras, política, religião e tudo mais.

Essa idéia não é nova também, mas conforme a trama se desenvolve o clichê deixa de ser algo ruim e passa a faze parte de algo divertido.

 photo Eveyuu-No-Game-No-Life-01-1280x720-x264-Hi10P-AACA79827F4mkv_snapshot_0516_20140411_0356_zps8bd92dcb.jpg

A narrativa é legal também cara, eu não notei nenhum problema em entender o que estava acontecendo, o que eu julgo como uma coisa muito negativa pra qualquer coisa, seja anime, filme, livro, mangá e etc.

A forma de contar a história é dinâmica, rápida e bem divertida, o problema é que existem muitas quebras de foco baseadas quase que exclusivamente em Ecchi. Não que eu não goste de Ecchi, eu gosto, mas existem momentos em que não precisa usar, o fanservice é bom, não atrapalha tanto mas incomoda um pouco ficar batendo na mesma tecla (não ousem fazer trocadilho com a expressão por favor).

A animação é um ponto altíssimo, é simplesmente linda, fluida, natural e incrivelmente bonita, o design também é muito bonito e combina muito bem com a atmosfera de fantasia do anime. Uma coisa que me chamou muito a atenção foi a quantidade gigantesca de cores, é tanto colorido que meus olhos arderam em chamas nos primeiros minutos do primeiro episódio, o brilho também é muito intenso e os tons são quase todos muito intensos. Apesar do desconforto acostuma rapidinho e não atrapalha em nada a experiência, pelo contrário, é uma característica muito marcante da personalidade de No Game No Life.

 photo dv_zpsa027288f.jpg

A trilha sonora também é muito boa, a de fundo não chega a empolgar tanto não, é bem comum até, e isso acaba fazendo as músicas de abertura e encerramento se destacarem, em especial a abertura que eu pessoalmente achei realmente muito bonita visualmente e bem daora musicalmente.

 photo l_zpsbb30215e.jpg

Agora quanto a temática, atmosfera e tal, o anime é muito bom sim, o clima que ele traz é de um mundo novo, de descobertas, de desafios, e a idéia de alguém preferir um mundo de fantasia baseado na sorte e na estratégia do que viver no mundo real é quase uma realidade de muitos de nós, certo?

Os personagens jovens são muito carismáticos e com certeza são um dos grandes trunfos do mundo, Shiro é uma loli, sacam, bonitinha, fofinha, um completo moe carregado de ecchi, e seu irmão Sora é absurdamente carismático, com instinto de liderança e dotado de uma perversão que chega ao infinito e além, ele é em grande parte o sucesso de No Game No Life, sendo quase sempre mostrado como um grande estrategista que usa os pontos fracos das regras de Tet para tentar vencer o deus daquele mundo.

 photo No-Game-No-Life-Episode-8-03_zps4a5ac343.jpg

Essa coisa de exaltar a inteligência, a esperteza e a estratégia caiu como uma luva no contexto do anime, e o próprio universo dele abre uma gama gigantesca de possibilidades, tantas que nos dão certeza de que vamos ter muita coisa pra assistir. Isso de certeza forma é animador e dá um gás foda pra continuar assistindo, eu gostei muito disso.

 photo NoGame_10_4_zps641b9cc4.jpg
Os episódios finais podem ser bastante polêmicos. O joguinho do final não poderia afirmar tão bem o que o anime vive dizendo, “a vida é decidida por jogos”, mas uma coisa deve ser sempre esclarecida, o anime é uma comédia, é humor, então não espere em momento algum drama, assuntos de existência humana ou qualquer tipo de questionamento, No Game No Life é um anime feito pra divertir juntando um enredo daora, personagens carismáticos, uns toquezinhos de moe e uma boa pitada de ecchi.

 photo no-game-no-life-episode-12-6_zpsf66ff7cd.jpg

O final é aberto sim, ele aparentemente não foi feito pra acabar alí e fica muito claro que muita coisa ainda vai acontecer, por isso é difícil dizer se o final é bom ou não, mas uma coisa é inegável, é muito empolgante, deixa você entusiasmado de verdade, eleva a sua expectativa até Júpiter fecha da maneira mais épica que eu vi ser possível.

 photo No-Game-No-Life-1_zps41a4e88d.jpg

Por isso jovens eu digo que No Game No Life é sim um ótimo anime,  mas é aquela coisa, você precisa ter consciência de como o anime faz as coisas, aceitar ou não aquilo pra você, e eu acho que o anime tem grande potencial já que não traz mesmo grandes complicações, é diversão garantida sim, e os poucos problemas que ele tem podem ser facilmente passados pra trás por suas qualidades.

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): This Game (Versão Anime) – Konomi Suzuki:

-Ending (Encerramento): Oracion (Versão Anime) – Ai Kayano:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

Prévia RM#32 - No Game No Life

Prévia RM#32 – No Game No Life

RESENHA MORTIFERA!

No Game No Life

(Nogemu Noraifu – Anime)

Prévia RM#32 - No Game No Life

-Autor: Thiago Furukawa (Yu Kamiya).
-Diretor: Atsuki Ishizuka.
-Editora Original: Media Factory, pela revista Monthly Comic Alive.
-Editora Brasileira: Sem (por enquanto).
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Abril de 2014 – 25 de Junho de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: AT-X, Tokyo MX.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 temporada (até agora).
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Aventura, Ação, Fantasia,  Comédia, Ecchi.
-Público Alvo: Shonen.

Que mundo você prefere?

E aí jovens, como vão? Aqui é o Lucas e hoje é um dia especial de resenha pra vocês, o primeiro anime feito com base numa light novel de um brazuca, NO GAME NO LIFE!

Me lembro de quando saiu o primeiro episódio, e houve aquele alvoroço. Assisti e admito que curti, mas só dias depois eu fiquei sabendo que No Game No Life era de autoria de um brasileiro, sim, o mangaká Thiago Furukawa, mais conhecido por lá pelo pseudônimo de Yu Kamiya. Jovens, nós aqui do RM ficamos bastante surpresos e impressionados, todos sabemos como é difícil serializar alguma coisa num mercado tão concorrido que é o de animes, e o cara foi e conseguiu. Parabéns pro Manolo 0/

Aguardem a resenha completa!

Mas jovens, fiquem ligados que assim como fazemos com qualquer anime, vamos analisar o que consideramos pontos positivos e negativos, por mais que o anime ser de um brasileiro seja algo foda, isso não vai influenciar em nada o que vamos falar.

Façam um bom proveito da resenha completa desta semana, e vejam que o mundo de fantasia pode ser muito mais divertido, muito mais vívido do que o mundo real, mas também, muito mais terrível (e é claro, com ecchi até o talo).

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): This Game (Versão Anime) – Konomi Suzuki:

-Ending (Encerramento): Oracion (Versão Anime) – Ai Kayano:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.