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Capa

Resenha RM#52 – MM!

RESENHA MORTIFERA!

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MM!

 (Anime)

-Autor: Akinari Matsuno e Issei Hyoju.
-Diretor: Tsuyoshi Nagasawa.
-Editora Original: Monthly Comic Alive.
-Editora Brasileira: Sem.
-Estúdio: Xebec.
-Exibição Original: 02 de Outubro de 2010 – 18 de Dezembro de 2010.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: AT-X.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 temporada.
-Arcos Abordados: Temporada completa.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Comédia Romântica, Colégio,  Slice Of Life.
Público Alvo: Shonen.

Cada um tem sua treta

E aí pessoas, sim, estou cá eu de volta, e hoje vamos falar de problemas. Sim, de problemas.Sabe aquela coisa que você tem e nunca contou pra ninguém? Aquilo que te deixa envergonhado, ou profundamente puto? Então, saiba que você não está sozinho, cada um tem a sua treta. E é isso o que nós veremos em MM! O Anime com um dos maiores índices de vergonha alheia da história do RM.

 

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Sado Tarou é um jovem masoquista que quase não tem amigos.É tímido mas não consegue se controlar quando uma garota bonita o insulta ou o agride violentamente. Junto de seu amigo Hayama Tatsukichi, um fiel amigo de infância, Tarou busca desesperadamente se curar de seu masoquismo.

Eis então que ele entra no clube de recuperação da completamente maluca e desequilibrada Isurugi Mio, uma garota que se proclama deus da Terra. E lá, no meio destes malucos, ele encontra a garota que o fez se tornar masoquista, Yuno Arashiko, por quem ainda está apaixonado.

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Sim senhores, este é MM! Basicamente jovens, MM fala sobre traumas, fala sobre problemas pessoais, sobre os próprios medos, sobre as próprias vontades de superação. Mas ironicamente, não, não é um anime dramático.

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MM! é uma comédia romântica, sim, Tarou, Isurugi e Yuno formam um triângulo amoroso que mais parece um harém sem nada demais, e realmente, em 70% dos minutos é isso mesmo. Mas o interessante de MM é que ele ainda tem um equilíbrio entre a comédia, o romance e o drama, eu curti muito especialmente as explicações e motivações dos personagens sobre as razões que os levaram a ter seus problemas, seus tramas e suas vontades. Isso foi a melhor parte do anime.

A propósito, o enredo do anime é bastante simples, sem nada muito especial, muito linear e muito simples de entender, mas a cereja do bolo é a riqueza na exploração da parte psicológica dos personagens.

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Isurugi Mio é uma personagem carismática, extremamente irritadiça e ao mesmo tempo com uma aparência meiga e fofinha. A típica Tsundere. No entanto, Mio tem uma forte vontade de ser amada, e isso pelo menos no contexto do anime vai além do simples estereótipo da Tsundere.

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Isso foi bacana, porque mostra que personagens aparentemente fortes tem as suas fraquezas. Tarou é bem…é, não tem jeito. É um tarado masoquista. Na verdade Tarou não é um personagem tão profundo, e ele não foge muito da idéia de protagonista clássico de um ecchi harém, ele é muito influenciável e só mostra sua verdadeira força quando seus amigos, em especial, suas amigas, são ameaçadas.
Talvez a cena mais bacana tenha a sido a cena em que Yuno Arashiko e ele começam a interagir.

Arashiko é uma garota muito traumatizada. Ela foi violentada por um garoto valentão de sua escola e desde então desenvolveu um medo de homens. Ao mesmo tempo em que ela tem esse medo, ela também começa a se apaixonar por Tarou, que demonstra uma vontade legítima de tentar ajudá-la, inclusive, colocando a cara a tapa para protegê-la de outros babacões.

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MM é uma comédia muito boa, só que eu senti uma diferença muito grande dos primeiros episódios pra segunda metade do anime. O que antes tirava sarro dos problemas pessoais dos personagens começou a tentar fazer comédia com uma avalanche de referências a outros animes.

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Não que não seja engraçado, é sim, a referência do “Hentai Haaa” foi muito bom, colocando ali um tiquinho de Dragon Ball. Mas o problema é que da metade em diante a comédia só se sustenta a partir disso, e os problemas e traumas dos personagens perdem importância.

A trilha sonora é bacaninha, é divertida e alegre, o design também é bom e casa bem com a idéia do anime.

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O final do anime é um tanto broxante. Ok, é uma comédia, e comédias não precisam necessariamente de um final grandioso. Mas o problema é que comédias também precisam ter alguma lógica, precisam ter algo que os faça ter pelo menos o mínimo sentido. MM termina de uma maneira totalmente inconclusiva, nada é resolvido e nada se fecha. Pois é, os personagens permaneceram os mesmos do começo  ao fim, aparentemente todo o desenvolvimento no meio do anime se perdeu e não fizeram nenhum sentido no final.

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“Ah, mas é um cotidiano”. Realmente, cotidianos quase sempre não tem grandes finais e não costumam concluir sempre direitinho as suas histórias, mas cara, porque não fazer um bom fim, mostrando a superação ou sei lá cara, alguma coisa, alguma solução dos personagens com seus traumas. Mas não teve nada disso. É broxante. E isso me faz pensar que, se você vai assistir MM, você deve aproveitar a comédia, mas não pense que todo o drama dele vai desenvolver alguma coisa não, tire o seu cavalinho da chuva, MM é um drama que se deixou levar por sua comédia carismática e deixou de lado o que poderia ser um final muito bom, além da mera comédia e o tornando um ótimo anime.

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Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): Hell Side (Versão Anime) – kodama Saori e Taketatsu Ayana:

 

-Ending (Encerramento): More More LOVERS! (Versão Anime) – Natsuno Aso:

 

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

Prévia RM#32 - No Game No Life

Prévia RM#32 – No Game No Life

RESENHA MORTIFERA!

No Game No Life

(Nogemu Noraifu – Anime)

Prévia RM#32 - No Game No Life

-Autor: Thiago Furukawa (Yu Kamiya).
-Diretor: Atsuki Ishizuka.
-Editora Original: Media Factory, pela revista Monthly Comic Alive.
-Editora Brasileira: Sem (por enquanto).
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Abril de 2014 – 25 de Junho de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: AT-X, Tokyo MX.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 temporada (até agora).
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Aventura, Ação, Fantasia,  Comédia, Ecchi.
-Público Alvo: Shonen.

Que mundo você prefere?

E aí jovens, como vão? Aqui é o Lucas e hoje é um dia especial de resenha pra vocês, o primeiro anime feito com base numa light novel de um brazuca, NO GAME NO LIFE!

Me lembro de quando saiu o primeiro episódio, e houve aquele alvoroço. Assisti e admito que curti, mas só dias depois eu fiquei sabendo que No Game No Life era de autoria de um brasileiro, sim, o mangaká Thiago Furukawa, mais conhecido por lá pelo pseudônimo de Yu Kamiya. Jovens, nós aqui do RM ficamos bastante surpresos e impressionados, todos sabemos como é difícil serializar alguma coisa num mercado tão concorrido que é o de animes, e o cara foi e conseguiu. Parabéns pro Manolo 0/

Aguardem a resenha completa!

Mas jovens, fiquem ligados que assim como fazemos com qualquer anime, vamos analisar o que consideramos pontos positivos e negativos, por mais que o anime ser de um brasileiro seja algo foda, isso não vai influenciar em nada o que vamos falar.

Façam um bom proveito da resenha completa desta semana, e vejam que o mundo de fantasia pode ser muito mais divertido, muito mais vívido do que o mundo real, mas também, muito mais terrível (e é claro, com ecchi até o talo).

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): This Game (Versão Anime) – Konomi Suzuki:

-Ending (Encerramento): Oracion (Versão Anime) – Ai Kayano:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.