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Análise de Trilhas Sonoras – Gunslinger Girl

RESENHA MORTÍFERA!

GUNSLINGER GIRL

 -Autor: Yu Aida.
-Diretor: Morio Asaka.
-Editora Original: ASCII Media Works, Dengeki Daioh.
-Editora Brasileira: Sem.
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Outubro de 2003 – 19 de Fevereiro de 200.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: Fuji Tv.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 2.
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 13.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Ação, Drama, Ficção.
-Público Alvo: Shonen/Seinen.

Henrietta prestando atenção pra ver se eu vou xingar ela.

Melancolia, tristeza, e um pouco de esperança.

Gunslinger Girl possui uma trilha sonora cheia de extremos. Ou você a ama com todas as forças, ou odeia até os ossos. Músicas com tonalidade pesada e introspectiva, com instrumentos clássicos como violino e piano além de cantigas medievais e românticas.  À primeira vista pode parecer muito rebuscado e nerd chato e complexo, porém combina muito bem com o enredo. O anime se passa numa Itália assolada por ataques terroristas republicanos. Se os autores quiseram deixar o espectador deprimido e sem esperança na vida, eles conseguiram. Continue reading

Prévia Gunslinger Girl

Prévia RM#42 – Gunslinger Girl

RESENHA MORTIFERA!

Gunslinger Girl

(Gunslinger Girl)

Prévia Gunslinger Girl

-Autor: Yu Aida.
-Diretor: Morio Asaka.
-Editora Original: ASCII Media Works, Dengeki Daioh.
-Editora Brasileira: Sem.
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Outubro de 2003 – 19 de Fevereiro de 200.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: Fuji Tv.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 2.
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 13.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Ação, Drama, Ficção.
-Público Alvo: Shonen/Seinen.

Nascidas humanas, transformadas em máquinas de matar

Olá jovens mancebos! Estou eu aqui mais uma vez para apresentar o mais novo anime da nova semana de análises do RM! Hoje é dia de começarmos GUNSLINGER GIRL!

Conheçam Henrietta, uma das garotas treinadas para matar e seu comandante, Giuse, e entre no mundo melancólico, triste e cruel do anime, de  pessoas que nasceram rejeitadas e foram usadas como armas.

Confiram alguns prós e contras do animes, suas qualidades e defeitos, e se recomendamos ou não Gunslinger Girl!

Fiquem no aguardo!

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): The Light Before We Land (Versão Anime) –Toshihiko Sahashi:

 

-Ending (Encerramento): Dopo il Sogno (Versão Anime) – Toshihiko Sahashi:

 

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

Resenha RM#32 - No Game No Life

Resenha RM#32 – No Game No Life

RESENHA MORTIFERA!

No Game No Life

(Nogemu Noraifu – Anime)

Resenha RM#32 - No Game No Life

-Autor: Thiago Furukawa (Yu Kamiya).
-Diretor: Atsuki Ishizuka.
-Editora Original: Media Factory, pela revista Monthly Comic Alive.
-Editora Brasileira: Sem (por enquanto).
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Abril de 2014 – 25 de Junho de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: AT-X, Tokyo MX.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 temporada (até agora).
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Aventura, Ação, Fantasia,  Comédia, Ecchi.
-Público Alvo: Shonen.

Que mundo você prefere?

E aí jovens, como vão? Aqui é o Lucas e hoje é um dia especial de resenha pra vocês. Depois de terminar o anime ainda este ano o colocamos na votação pros próximos animes, e não deu outra, e hoje trago pra vocês a análise completa de NO GAME NO LIFE!

Pra mim foi uma experiência muito especial, primeiro, era um anime que estava sendo muito comentado, e eu ainda não sabia a razão disso, algo bem parecido com o que aconteceu, por exemplo, com Shingeki No Kyojin quando lançou, mas é claro que em proporções menorzinhas.

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O segundo motivo foi o fato de No Game No Life ter sido escrito por um brasileiro, sim, oh yeah, o mangaká Thiago Furukawa realmente fez um sucesso muito respeitável na terra do sol nascente, e o entretenimento japonês lhe deu a chance de ter um anime, algo raro e de caminho difícil até para outros mangakás japoneses.

Talentoso? Sim, mas eu quero deixar muito claro jovens que por mais que o mérito seja uma verdade, nós vamos analisar a obra como fazemos com todas as outras, certo? O que comentei sobre o cara NÃO  vai interferir em NADA  na resenha.

Então chega de enrolação, e bora pra análise.

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Sora e sua irmã Shiro são dois Hikkikomoris, jovens mancebos viciados em jogos que dispensam suas vidas sociais (tipo eu que escrevo resenhas e vocês que lêem) e que num dia, jogando xadrez contra um adversário formidável são raptados por ele e transportados para um outro mundo onde tudo é decidido por jogos.

Sim isso mesmo, você pode matar uma pessoa jogando cara-ou-coroa, joken-pô, dois-ou-um, poker, 21 e o que você quiser, desde que não quebre as dez leis absolutas daquele mundo, ditadas pelo seu deus, Tet, a quem eles desafiam vencer.

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O enredo de No Game No Life é muito interessante, na verdade eu vi que tinha um grande potencial assim que bati os olhos nele, apesar de ser parecido com o clichêzão de trocar o mundo real pelo mundo virtual, o mundo para onde Sora (que é macho ta, apesar do nome não parecer) e sua irmã Shiro vão, não é virtual, é um mundo de fantasia paralelo, com suas próprias regras, política, religião e tudo mais.

Essa idéia não é nova também, mas conforme a trama se desenvolve o clichê deixa de ser algo ruim e passa a faze parte de algo divertido.

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A narrativa é legal também cara, eu não notei nenhum problema em entender o que estava acontecendo, o que eu julgo como uma coisa muito negativa pra qualquer coisa, seja anime, filme, livro, mangá e etc.

A forma de contar a história é dinâmica, rápida e bem divertida, o problema é que existem muitas quebras de foco baseadas quase que exclusivamente em Ecchi. Não que eu não goste de Ecchi, eu gosto, mas existem momentos em que não precisa usar, o fanservice é bom, não atrapalha tanto mas incomoda um pouco ficar batendo na mesma tecla (não ousem fazer trocadilho com a expressão por favor).

A animação é um ponto altíssimo, é simplesmente linda, fluida, natural e incrivelmente bonita, o design também é muito bonito e combina muito bem com a atmosfera de fantasia do anime. Uma coisa que me chamou muito a atenção foi a quantidade gigantesca de cores, é tanto colorido que meus olhos arderam em chamas nos primeiros minutos do primeiro episódio, o brilho também é muito intenso e os tons são quase todos muito intensos. Apesar do desconforto acostuma rapidinho e não atrapalha em nada a experiência, pelo contrário, é uma característica muito marcante da personalidade de No Game No Life.

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A trilha sonora também é muito boa, a de fundo não chega a empolgar tanto não, é bem comum até, e isso acaba fazendo as músicas de abertura e encerramento se destacarem, em especial a abertura que eu pessoalmente achei realmente muito bonita visualmente e bem daora musicalmente.

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Agora quanto a temática, atmosfera e tal, o anime é muito bom sim, o clima que ele traz é de um mundo novo, de descobertas, de desafios, e a idéia de alguém preferir um mundo de fantasia baseado na sorte e na estratégia do que viver no mundo real é quase uma realidade de muitos de nós, certo?

Os personagens jovens são muito carismáticos e com certeza são um dos grandes trunfos do mundo, Shiro é uma loli, sacam, bonitinha, fofinha, um completo moe carregado de ecchi, e seu irmão Sora é absurdamente carismático, com instinto de liderança e dotado de uma perversão que chega ao infinito e além, ele é em grande parte o sucesso de No Game No Life, sendo quase sempre mostrado como um grande estrategista que usa os pontos fracos das regras de Tet para tentar vencer o deus daquele mundo.

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Essa coisa de exaltar a inteligência, a esperteza e a estratégia caiu como uma luva no contexto do anime, e o próprio universo dele abre uma gama gigantesca de possibilidades, tantas que nos dão certeza de que vamos ter muita coisa pra assistir. Isso de certeza forma é animador e dá um gás foda pra continuar assistindo, eu gostei muito disso.

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Os episódios finais podem ser bastante polêmicos. O joguinho do final não poderia afirmar tão bem o que o anime vive dizendo, “a vida é decidida por jogos”, mas uma coisa deve ser sempre esclarecida, o anime é uma comédia, é humor, então não espere em momento algum drama, assuntos de existência humana ou qualquer tipo de questionamento, No Game No Life é um anime feito pra divertir juntando um enredo daora, personagens carismáticos, uns toquezinhos de moe e uma boa pitada de ecchi.

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O final é aberto sim, ele aparentemente não foi feito pra acabar alí e fica muito claro que muita coisa ainda vai acontecer, por isso é difícil dizer se o final é bom ou não, mas uma coisa é inegável, é muito empolgante, deixa você entusiasmado de verdade, eleva a sua expectativa até Júpiter fecha da maneira mais épica que eu vi ser possível.

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Por isso jovens eu digo que No Game No Life é sim um ótimo anime,  mas é aquela coisa, você precisa ter consciência de como o anime faz as coisas, aceitar ou não aquilo pra você, e eu acho que o anime tem grande potencial já que não traz mesmo grandes complicações, é diversão garantida sim, e os poucos problemas que ele tem podem ser facilmente passados pra trás por suas qualidades.

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): This Game (Versão Anime) – Konomi Suzuki:

-Ending (Encerramento): Oracion (Versão Anime) – Ai Kayano:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.