Tag Archives: Fantasia

Resenha RM#39 - Kyoukai no Kanata

Resenha RM#39 – Kyoukai no Kanata

RESENHA MORTIFERA!

Kyoukai no Kanata

(Kyokai no Kanata)

 photo ResenhaRM39-KyoukainoKanata_zpsf0156602.jpg
-Autor:  Nagomi Torri com ilustração de Tomoyo Kamoi.
-Diretor: Taichi Ishidate e Jukki Kanada.
-Editora Original: Kyoto Animation
-Editora Brasileira: Sem.
-Estúdio: Kyoto Animation
-Exibição Original: 02 de Outubro de 2013 – 18 de Dezembro de 2013.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: Tokyo MX, TVA, ABC.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1.
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Ação, Drama, Fantasia.
-Público Alvo: Shonen.

A Síndrome do Final Covarde

E aí jovens, como vão? De boas? Estou aqui mais uma vez pra trazer mais uma resenha, e o alvo desta semana é nada mais nada menos que KYOUKAI NO KANATA! “Oshe, nunca ouvi falar Lucas, que budega é essa?” Bem, é exatamente isso que vamos mostrar na análise, peguem um cobertozinho maroto, um lanchinho bacanudo e preparem-se, que vem por aí tudo o que vocês precisam (ou não..) saber para definitivamente amar ou odiar Kyoukai no Kanata!

Continue reading

Kyoukai no Kanata Previa 1

Prévia RM#39 – Kyoukai no Kanata

 

RESENHA MORTIFERA!

Kyoukai no Kanata

(Kyokai no Kanata)

Kyoukai no Kanata Previa 1

-Autor:  Nagomi Torri com ilustração de Tomoyo Kamoi.
-Diretor: Taichi Ishidate e Jukki Kanada.
-Editora Original: Kyoto Animation
-Editora Brasileira: Sem.
-Estúdio: Kyoto Animation
-Exibição Original: 02 de Outubro de 2013 – 18 de Dezembro de 2013.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: Tokyo MX, TVA, ABC.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1.
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Ação, Drama, Fantasia.
-Público Alvo: Shonen.

Kyoukai no Kanata Previa

A Síndrome do Final Covarde

E aí jovens, como vão? Sim, estou aqui novamente, demorou pra postarmos a prévia, o curso está hardcore, mas bora lá que hoje começaremos a nossa semana de um dos animes mais polêmicos, Kyoukai no Kanata.

“Polêmico Lucas?” Sim, sabe aquele final que você nem sabe dizer direito se foi bom ou ruim? Sabe quando duas pessoas tem opiniões exatamente opostas sobre o que viram? Pra botar na mesa e pesar os prós e contras vamos reascender a chama das tretas, por isso peguem as suas armas, carreguem as suas espadas mágicas e preparem-se para enfrentar um mundo de demônios com KYOUKAI NO KANATA NO RM!

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): Kyoukai no Kanata (Versão Anime) – Minori Chihata:

-Ending (Encerramento): Daisy (Versão Anime) – Stereo Dive Foundation:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

Resenha RM#32 - No Game No Life

Resenha RM#32 – No Game No Life

RESENHA MORTIFERA!

No Game No Life

(Nogemu Noraifu – Anime)

Resenha RM#32 - No Game No Life

-Autor: Thiago Furukawa (Yu Kamiya).
-Diretor: Atsuki Ishizuka.
-Editora Original: Media Factory, pela revista Monthly Comic Alive.
-Editora Brasileira: Sem (por enquanto).
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Abril de 2014 – 25 de Junho de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: AT-X, Tokyo MX.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 temporada (até agora).
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Aventura, Ação, Fantasia,  Comédia, Ecchi.
-Público Alvo: Shonen.

Que mundo você prefere?

E aí jovens, como vão? Aqui é o Lucas e hoje é um dia especial de resenha pra vocês. Depois de terminar o anime ainda este ano o colocamos na votação pros próximos animes, e não deu outra, e hoje trago pra vocês a análise completa de NO GAME NO LIFE!

Pra mim foi uma experiência muito especial, primeiro, era um anime que estava sendo muito comentado, e eu ainda não sabia a razão disso, algo bem parecido com o que aconteceu, por exemplo, com Shingeki No Kyojin quando lançou, mas é claro que em proporções menorzinhas.

 photo No-Game-No-Life-Episode-4-03_zps8cc829e6.jpg

O segundo motivo foi o fato de No Game No Life ter sido escrito por um brasileiro, sim, oh yeah, o mangaká Thiago Furukawa realmente fez um sucesso muito respeitável na terra do sol nascente, e o entretenimento japonês lhe deu a chance de ter um anime, algo raro e de caminho difícil até para outros mangakás japoneses.

Talentoso? Sim, mas eu quero deixar muito claro jovens que por mais que o mérito seja uma verdade, nós vamos analisar a obra como fazemos com todas as outras, certo? O que comentei sobre o cara NÃO  vai interferir em NADA  na resenha.

Então chega de enrolação, e bora pra análise.

 photo Tet-welcomes-you_zps1a5ce9b7.jpg

Sora e sua irmã Shiro são dois Hikkikomoris, jovens mancebos viciados em jogos que dispensam suas vidas sociais (tipo eu que escrevo resenhas e vocês que lêem) e que num dia, jogando xadrez contra um adversário formidável são raptados por ele e transportados para um outro mundo onde tudo é decidido por jogos.

Sim isso mesmo, você pode matar uma pessoa jogando cara-ou-coroa, joken-pô, dois-ou-um, poker, 21 e o que você quiser, desde que não quebre as dez leis absolutas daquele mundo, ditadas pelo seu deus, Tet, a quem eles desafiam vencer.

 photo no-game-no-life-episode-6-8_zps32ece43d.jpg

O enredo de No Game No Life é muito interessante, na verdade eu vi que tinha um grande potencial assim que bati os olhos nele, apesar de ser parecido com o clichêzão de trocar o mundo real pelo mundo virtual, o mundo para onde Sora (que é macho ta, apesar do nome não parecer) e sua irmã Shiro vão, não é virtual, é um mundo de fantasia paralelo, com suas próprias regras, política, religião e tudo mais.

Essa idéia não é nova também, mas conforme a trama se desenvolve o clichê deixa de ser algo ruim e passa a faze parte de algo divertido.

 photo Eveyuu-No-Game-No-Life-01-1280x720-x264-Hi10P-AACA79827F4mkv_snapshot_0516_20140411_0356_zps8bd92dcb.jpg

A narrativa é legal também cara, eu não notei nenhum problema em entender o que estava acontecendo, o que eu julgo como uma coisa muito negativa pra qualquer coisa, seja anime, filme, livro, mangá e etc.

A forma de contar a história é dinâmica, rápida e bem divertida, o problema é que existem muitas quebras de foco baseadas quase que exclusivamente em Ecchi. Não que eu não goste de Ecchi, eu gosto, mas existem momentos em que não precisa usar, o fanservice é bom, não atrapalha tanto mas incomoda um pouco ficar batendo na mesma tecla (não ousem fazer trocadilho com a expressão por favor).

A animação é um ponto altíssimo, é simplesmente linda, fluida, natural e incrivelmente bonita, o design também é muito bonito e combina muito bem com a atmosfera de fantasia do anime. Uma coisa que me chamou muito a atenção foi a quantidade gigantesca de cores, é tanto colorido que meus olhos arderam em chamas nos primeiros minutos do primeiro episódio, o brilho também é muito intenso e os tons são quase todos muito intensos. Apesar do desconforto acostuma rapidinho e não atrapalha em nada a experiência, pelo contrário, é uma característica muito marcante da personalidade de No Game No Life.

 photo dv_zpsa027288f.jpg

A trilha sonora também é muito boa, a de fundo não chega a empolgar tanto não, é bem comum até, e isso acaba fazendo as músicas de abertura e encerramento se destacarem, em especial a abertura que eu pessoalmente achei realmente muito bonita visualmente e bem daora musicalmente.

 photo l_zpsbb30215e.jpg

Agora quanto a temática, atmosfera e tal, o anime é muito bom sim, o clima que ele traz é de um mundo novo, de descobertas, de desafios, e a idéia de alguém preferir um mundo de fantasia baseado na sorte e na estratégia do que viver no mundo real é quase uma realidade de muitos de nós, certo?

Os personagens jovens são muito carismáticos e com certeza são um dos grandes trunfos do mundo, Shiro é uma loli, sacam, bonitinha, fofinha, um completo moe carregado de ecchi, e seu irmão Sora é absurdamente carismático, com instinto de liderança e dotado de uma perversão que chega ao infinito e além, ele é em grande parte o sucesso de No Game No Life, sendo quase sempre mostrado como um grande estrategista que usa os pontos fracos das regras de Tet para tentar vencer o deus daquele mundo.

 photo No-Game-No-Life-Episode-8-03_zps4a5ac343.jpg

Essa coisa de exaltar a inteligência, a esperteza e a estratégia caiu como uma luva no contexto do anime, e o próprio universo dele abre uma gama gigantesca de possibilidades, tantas que nos dão certeza de que vamos ter muita coisa pra assistir. Isso de certeza forma é animador e dá um gás foda pra continuar assistindo, eu gostei muito disso.

 photo NoGame_10_4_zps641b9cc4.jpg
Os episódios finais podem ser bastante polêmicos. O joguinho do final não poderia afirmar tão bem o que o anime vive dizendo, “a vida é decidida por jogos”, mas uma coisa deve ser sempre esclarecida, o anime é uma comédia, é humor, então não espere em momento algum drama, assuntos de existência humana ou qualquer tipo de questionamento, No Game No Life é um anime feito pra divertir juntando um enredo daora, personagens carismáticos, uns toquezinhos de moe e uma boa pitada de ecchi.

 photo no-game-no-life-episode-12-6_zpsf66ff7cd.jpg

O final é aberto sim, ele aparentemente não foi feito pra acabar alí e fica muito claro que muita coisa ainda vai acontecer, por isso é difícil dizer se o final é bom ou não, mas uma coisa é inegável, é muito empolgante, deixa você entusiasmado de verdade, eleva a sua expectativa até Júpiter fecha da maneira mais épica que eu vi ser possível.

 photo No-Game-No-Life-1_zps41a4e88d.jpg

Por isso jovens eu digo que No Game No Life é sim um ótimo anime,  mas é aquela coisa, você precisa ter consciência de como o anime faz as coisas, aceitar ou não aquilo pra você, e eu acho que o anime tem grande potencial já que não traz mesmo grandes complicações, é diversão garantida sim, e os poucos problemas que ele tem podem ser facilmente passados pra trás por suas qualidades.

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): This Game (Versão Anime) – Konomi Suzuki:

-Ending (Encerramento): Oracion (Versão Anime) – Ai Kayano:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.