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Prévia RM#40 – Baby Steps

RESENHA MORTIFERA!

BABY STEPS

(Beibi Suteppu)

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-Autor: Hikaru Katsuki.
-Diretor: Masahiko Murata e produção de Kenji Saito e roteiro de Katsuhiko Chiba
-Editora Original: Weekly Shonen Magazine, Kodansha.
-Editora Brasileira: Sem.
-Estúdio: Pierrot.
-Exibição Original: 06 de Abril de 2014 – 21 de Setembro de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: NHK-E.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1.
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 25.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Esporte, Comédia, Romance.
-Público Alvo: Shonen.

O que você ama fazer?

Olá jovens, como vão? Tudo bem? Espero que sim. Trago pra vocês uma das grandes revelações de uma das últimas temporadas de animes, um inusitado anime de esporte, e o mais incrível de tudo é que é sobre TÊNIS. Sim jovens, trago pra vocês BABY STEPS!

Vamos acompanhar a saga épica de Maruo Eiichiro, um jovem padawan perdido na vida que finalmente descobre uma razão para viver, tornar-se um profissional do tênis. Passando por suas dificuldades, desafios e partidas, vamos assistir o que pode ser um dos melhores desenvolvimentos de personagens que já analisamos no RM.

Então não perca! Esta semana temos BABY STEPS NO RM!

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): Believe in Yourself (Versão Anime) – Mao Abe:

 

-Ending (Encerramento): Baby Steps (Versão Anime) – Shota Horie:

 

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

Resenha RM#32 - No Game No Life

Resenha RM#32 – No Game No Life

RESENHA MORTIFERA!

No Game No Life

(Nogemu Noraifu – Anime)

Resenha RM#32 - No Game No Life

-Autor: Thiago Furukawa (Yu Kamiya).
-Diretor: Atsuki Ishizuka.
-Editora Original: Media Factory, pela revista Monthly Comic Alive.
-Editora Brasileira: Sem (por enquanto).
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Abril de 2014 – 25 de Junho de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: AT-X, Tokyo MX.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 temporada (até agora).
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Aventura, Ação, Fantasia,  Comédia, Ecchi.
-Público Alvo: Shonen.

Que mundo você prefere?

E aí jovens, como vão? Aqui é o Lucas e hoje é um dia especial de resenha pra vocês. Depois de terminar o anime ainda este ano o colocamos na votação pros próximos animes, e não deu outra, e hoje trago pra vocês a análise completa de NO GAME NO LIFE!

Pra mim foi uma experiência muito especial, primeiro, era um anime que estava sendo muito comentado, e eu ainda não sabia a razão disso, algo bem parecido com o que aconteceu, por exemplo, com Shingeki No Kyojin quando lançou, mas é claro que em proporções menorzinhas.

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O segundo motivo foi o fato de No Game No Life ter sido escrito por um brasileiro, sim, oh yeah, o mangaká Thiago Furukawa realmente fez um sucesso muito respeitável na terra do sol nascente, e o entretenimento japonês lhe deu a chance de ter um anime, algo raro e de caminho difícil até para outros mangakás japoneses.

Talentoso? Sim, mas eu quero deixar muito claro jovens que por mais que o mérito seja uma verdade, nós vamos analisar a obra como fazemos com todas as outras, certo? O que comentei sobre o cara NÃO  vai interferir em NADA  na resenha.

Então chega de enrolação, e bora pra análise.

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Sora e sua irmã Shiro são dois Hikkikomoris, jovens mancebos viciados em jogos que dispensam suas vidas sociais (tipo eu que escrevo resenhas e vocês que lêem) e que num dia, jogando xadrez contra um adversário formidável são raptados por ele e transportados para um outro mundo onde tudo é decidido por jogos.

Sim isso mesmo, você pode matar uma pessoa jogando cara-ou-coroa, joken-pô, dois-ou-um, poker, 21 e o que você quiser, desde que não quebre as dez leis absolutas daquele mundo, ditadas pelo seu deus, Tet, a quem eles desafiam vencer.

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O enredo de No Game No Life é muito interessante, na verdade eu vi que tinha um grande potencial assim que bati os olhos nele, apesar de ser parecido com o clichêzão de trocar o mundo real pelo mundo virtual, o mundo para onde Sora (que é macho ta, apesar do nome não parecer) e sua irmã Shiro vão, não é virtual, é um mundo de fantasia paralelo, com suas próprias regras, política, religião e tudo mais.

Essa idéia não é nova também, mas conforme a trama se desenvolve o clichê deixa de ser algo ruim e passa a faze parte de algo divertido.

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A narrativa é legal também cara, eu não notei nenhum problema em entender o que estava acontecendo, o que eu julgo como uma coisa muito negativa pra qualquer coisa, seja anime, filme, livro, mangá e etc.

A forma de contar a história é dinâmica, rápida e bem divertida, o problema é que existem muitas quebras de foco baseadas quase que exclusivamente em Ecchi. Não que eu não goste de Ecchi, eu gosto, mas existem momentos em que não precisa usar, o fanservice é bom, não atrapalha tanto mas incomoda um pouco ficar batendo na mesma tecla (não ousem fazer trocadilho com a expressão por favor).

A animação é um ponto altíssimo, é simplesmente linda, fluida, natural e incrivelmente bonita, o design também é muito bonito e combina muito bem com a atmosfera de fantasia do anime. Uma coisa que me chamou muito a atenção foi a quantidade gigantesca de cores, é tanto colorido que meus olhos arderam em chamas nos primeiros minutos do primeiro episódio, o brilho também é muito intenso e os tons são quase todos muito intensos. Apesar do desconforto acostuma rapidinho e não atrapalha em nada a experiência, pelo contrário, é uma característica muito marcante da personalidade de No Game No Life.

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A trilha sonora também é muito boa, a de fundo não chega a empolgar tanto não, é bem comum até, e isso acaba fazendo as músicas de abertura e encerramento se destacarem, em especial a abertura que eu pessoalmente achei realmente muito bonita visualmente e bem daora musicalmente.

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Agora quanto a temática, atmosfera e tal, o anime é muito bom sim, o clima que ele traz é de um mundo novo, de descobertas, de desafios, e a idéia de alguém preferir um mundo de fantasia baseado na sorte e na estratégia do que viver no mundo real é quase uma realidade de muitos de nós, certo?

Os personagens jovens são muito carismáticos e com certeza são um dos grandes trunfos do mundo, Shiro é uma loli, sacam, bonitinha, fofinha, um completo moe carregado de ecchi, e seu irmão Sora é absurdamente carismático, com instinto de liderança e dotado de uma perversão que chega ao infinito e além, ele é em grande parte o sucesso de No Game No Life, sendo quase sempre mostrado como um grande estrategista que usa os pontos fracos das regras de Tet para tentar vencer o deus daquele mundo.

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Essa coisa de exaltar a inteligência, a esperteza e a estratégia caiu como uma luva no contexto do anime, e o próprio universo dele abre uma gama gigantesca de possibilidades, tantas que nos dão certeza de que vamos ter muita coisa pra assistir. Isso de certeza forma é animador e dá um gás foda pra continuar assistindo, eu gostei muito disso.

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Os episódios finais podem ser bastante polêmicos. O joguinho do final não poderia afirmar tão bem o que o anime vive dizendo, “a vida é decidida por jogos”, mas uma coisa deve ser sempre esclarecida, o anime é uma comédia, é humor, então não espere em momento algum drama, assuntos de existência humana ou qualquer tipo de questionamento, No Game No Life é um anime feito pra divertir juntando um enredo daora, personagens carismáticos, uns toquezinhos de moe e uma boa pitada de ecchi.

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O final é aberto sim, ele aparentemente não foi feito pra acabar alí e fica muito claro que muita coisa ainda vai acontecer, por isso é difícil dizer se o final é bom ou não, mas uma coisa é inegável, é muito empolgante, deixa você entusiasmado de verdade, eleva a sua expectativa até Júpiter fecha da maneira mais épica que eu vi ser possível.

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Por isso jovens eu digo que No Game No Life é sim um ótimo anime,  mas é aquela coisa, você precisa ter consciência de como o anime faz as coisas, aceitar ou não aquilo pra você, e eu acho que o anime tem grande potencial já que não traz mesmo grandes complicações, é diversão garantida sim, e os poucos problemas que ele tem podem ser facilmente passados pra trás por suas qualidades.

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): This Game (Versão Anime) – Konomi Suzuki:

-Ending (Encerramento): Oracion (Versão Anime) – Ai Kayano:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

Prévia RM#32 - No Game No Life

Prévia RM#32 – No Game No Life

RESENHA MORTIFERA!

No Game No Life

(Nogemu Noraifu – Anime)

Prévia RM#32 - No Game No Life

-Autor: Thiago Furukawa (Yu Kamiya).
-Diretor: Atsuki Ishizuka.
-Editora Original: Media Factory, pela revista Monthly Comic Alive.
-Editora Brasileira: Sem (por enquanto).
-Estúdio: Madhouse.
-Exibição Original: 09 de Abril de 2014 – 25 de Junho de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: AT-X, Tokyo MX.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 temporada (até agora).
-Arcos Abordados: 1ª Temporada.
-Episódios: 12.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Aventura, Ação, Fantasia,  Comédia, Ecchi.
-Público Alvo: Shonen.

Que mundo você prefere?

E aí jovens, como vão? Aqui é o Lucas e hoje é um dia especial de resenha pra vocês, o primeiro anime feito com base numa light novel de um brazuca, NO GAME NO LIFE!

Me lembro de quando saiu o primeiro episódio, e houve aquele alvoroço. Assisti e admito que curti, mas só dias depois eu fiquei sabendo que No Game No Life era de autoria de um brasileiro, sim, o mangaká Thiago Furukawa, mais conhecido por lá pelo pseudônimo de Yu Kamiya. Jovens, nós aqui do RM ficamos bastante surpresos e impressionados, todos sabemos como é difícil serializar alguma coisa num mercado tão concorrido que é o de animes, e o cara foi e conseguiu. Parabéns pro Manolo 0/

Aguardem a resenha completa!

Mas jovens, fiquem ligados que assim como fazemos com qualquer anime, vamos analisar o que consideramos pontos positivos e negativos, por mais que o anime ser de um brasileiro seja algo foda, isso não vai influenciar em nada o que vamos falar.

Façam um bom proveito da resenha completa desta semana, e vejam que o mundo de fantasia pode ser muito mais divertido, muito mais vívido do que o mundo real, mas também, muito mais terrível (e é claro, com ecchi até o talo).

Só aqui, no Blog RM!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador.

– Opening (Abertura): This Game (Versão Anime) – Konomi Suzuki:

-Ending (Encerramento): Oracion (Versão Anime) – Ai Kayano:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Lucas M. Rodrigues.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.