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Resenha RM #48 – Fate/Zero

RESENHA MORTIFERA!

FATE/ZERO

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-Autor: Gen Urobuchi

-Diretor: Ei Aoki

-Editora original: Kadokawa shoten

-Editora brasileira: Sem.

-Estúdio: Ufotable

-Exibição original: 1 de outubro de 2011 – 24 de dezembro de 2011

-Exibição brasileira: Não exibido no Brasil.

-Emissora original: Tokyo MX, GYT, GTV, TVS, TVA, MBS, CTC, tvk, TVh, TVQ, BS11, Kids station.

-Emissora brasileira: Não tem.

-Temporadas: 2 temporadas

-Arcos abordados: 1ª temporada

-Episódios: 25

-Gênero: Ação, fantasia, magia

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Saindo da análise de trilhas sonoras para a resenha aqui estou eu o Crow, sim o LMR esteve com problemas, mas vamos ao que interessa! Fate/Zero é um anime que causou bastante polêmica aqui na crítica do RM, teve gente dizendo que o anime era chato, outros diziam que era uma evolução de séries passadas, e na verdade não deixa de serem as duas coisas.

Fate/zero é uma série que se passa 10 anos antes de Fate/stay night, nesse período ocorre a guerra pelo santo Graal e magos e seus servos lutam entre si para ganharem a chance de ter seus sonhos e desejos realizados. Para quem já assistiu a primeira série de anime (Fate/stay night) fica claro o salto de qualidade na animação e enredo em Fate/zero, digam o que quiser, mas para mim a importância e a relevância das ações que os personagens tomaram se tornaram mais pesadas, coisa que não acontecia na primeira animação.

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7 servos lutam em busca da vitória.

No primeiro episódio ficava claro que a ambientação e o clima eram razoavelmente pesados, o que poderia levar a uma certa lerdeza na condução do enredo, não nego, 48 minutos logo no começo do anime foi no mínimo exagero, eu mesmo não parava de olhar o vídeo para ver se estava no fim do episódio, em compensação as lutas que acontecem são boas, a animação consegue dar o destaque apropriado para os poderes e sua utilização é interessante.

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A animação bonita ajuda no visual das lutas.

O drama que ocorre com Irisviel e Kiritsugu é praticamente enfiado goela abaixo em quem assiste, faltou desenvolvimento no casal e também de outros mestres, apesar disso a forma como foram utilizados posteriormente não deixa de ser boa pois eles não se tornam personagens estáticos, ou seja, eles travam lutas mortais entre si mesmo com o apoio de servos.

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O drama entre o casal principal do anime não ganha força no começo do anime pela falta de desenvolvimento.

Tá, mas e aí Crow, vale a pena assistir?

Se você tem paciência ou se assistiu fate/Stay night, talvez fique surpreso com a qualidade da animação, trilhas sonoras e também com as lutas, mas para você que é mais crítico tome muito cuidado para não ficar frustrado, Fate/Zero não é um daqueles animes que logo no primeiro episódio pega embalo e que deixa uma ótima impressão, muito pelo contrário, é um anime que tenta ser pesado e acaba sendo chato para alguns.

 

Obrigado por acessar o RM e até a próxima resenha!

– Opening (Abertura):Oath Sign (versão full) – LiSA:

-Ending (Encerramento): Memoria (versão anime) – Aoi Eir:

Carlos Akihito Oyama / CROW
15 de março de 2015, SP, São Paulo

Equipe da publicação:
Autoria: Carlos Akihito Oyama.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão:Lucas Moraes Rodrigues.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Carlos Akihito Oyama.
Publicidade: Carlos Akihito Oyama.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

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