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Análise de trilhas sonoras – Fate/Zero (1ª temporada)

RESENHA MORTÍFERA

FATE/ZERO

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-Autor: Gen Urobuchi

-Diretor: Ei Aoki

-Editora original: Kadokawa shoten

-Editora brasileira: Sem.

-Estúdio: Ufotable

-Exibição original: 1 de outubro de 2011 – 24 de dezembro de 2011

-Exibição brasileira: Não exibido no Brasil.

-Emissora original: Tokyo MX, GYT, GTV, TVS, TVA, MBS, CTC, tvk, TVh, TVQ, BS11, Kids station.

-Emissora brasileira: Não tem.

-Temporadas: 2 temporadas

-Arcos abordados: 1ª temporada

-Episódios: 25

-Gênero: Ação, fantasia, magia

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Fate/zero é um anime cuja história se passa 10 anos antes de Fate/stay night, nesse período ocorre a guerra pelo santo graal onde sete magos e seus espíritos heroicos se degladeiam em busca da vitória, nessa batalha o protagonista Emiya Kiritsugu invoca saber (rei Arthur) e almeja o prêmio máximo da guerra para eliminar todos os conflitos. Em Fate/zero chega a ser notável a diferença de qualidade tanto de animação quanto enredo comparado a série anterior (Fate/stay night) desse universo e as trilhas sonoras não fogem da regra.

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A primeira coisa que salta aos olhos de quem vê a primeira abertura é a animação, além de bonita possui cores bem escuras que dão peso para as imagens, a sincronização de ritmo da cena e da música é ótima, as imagens são bem coerentes com a melodia e a responsável por tocá-la é uma velha conhecida do mundo dos animes, LiSA fez sua estreia no anime Angel Beats, posteriormente tendo aparições em outros como Sword Art Online e obviamente Fate/Zero.

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O peso das cores escuras complementa a música.

Assim como a abertura o encerramento consegue criar uma boa combinação de música e cenas, as imagens continuam com cores mais escuras, mas dessa vez alternam com outras mais claras resultando em um equilíbrio, a animação reflete o passado dos espíritos heroicos mostrando glórias conquistadas e batalhas. A música a priori parece ser melosa, mas também trabalha com o tema das memórias dos servos.

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Ao todo são 7 servos.

Fate/zero é um anime que fez questão de utilizar boas músicas, realizou um trabalho que merece elogios, para quem já assistiu a primeira série desse universo (Fate/stay night), fica evidente o salto de qualidade na animação, enredo e trilhas sonoras, ou seja, se você viu o anime de 2006 é recomendável que você assista Fate/zero.

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Até a próxima análise e obrigado por acessar o site!

– Opening (Abertura):Oath Sign (versão full) – LiSA:

-Ending (Encerramento): Memoria (versão anime) – Aoi Eir:

Carlos Akihito Oyama / CROW
5 de março de 2015, SP, São Paulo

Equipe da publicação:
Autoria: Carlos Akihito Oyama.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão:Lucas Moraes Rodrigues.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Carlos Akihito Oyama.
Publicidade: Carlos Akihito Oyama.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

2 thoughts on “Análise de trilhas sonoras – Fate/Zero (1ª temporada)”

    1. Denilson, a análise de trilhas sonoras do blog RM é meramente uma opinião informal mais centrada sobre as aberturas e encerramentos de um anime, goste ou não goste é um espaço de livre expressão dos autores, se desejar trocar algumas críticas sinta-se a vontade.

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