K-On Resenha RM#15

Resenha RM#15 – K-On 2ª Temporada!

RESENHA MORTIFERA!

K-On!!

(Keion!! – Anime 2ª Temporada)

K-On Resenha RM#15

 

-Autor: Kakifly (Mangá).
-Diretor: Naoko Yamada.
-Editora Original: Houbunsha.
-Editora Brasileira: New Pop.
-Estúdio: Kyoto Animation.
-Exibição Original: 07 de Abril de 2010 – 28 de Setembro de 2010.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: TBS.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 2 Temporadas
-Arcos Abordados: 2ª Temporada.
-Episódios: 26
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Comédia, Cotidiano, Escolar, Música.
-Público Alvo: Seinen

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A professora das meninas digamos…já fez música muito mais do que “leve”.

A overdose Moe chega ao seu limite

Yo! E aí jovens, como estão? Como vocês viram lá na Prévia hoje é dia de 2ª Temporada, sim, por quê não? De um dos animes mais fofinhos que já passaram por estas bandas. Hoje é dia de resenha completa da 2ª temporada de K-ON! Preparem o chá, boa resenha e vamos ver se o anime está melhor ou não que a nossa sofrida 1ª temporada!

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Por “incriça que parível”, K-ON te mantem próximo das personagens, num cotidiano bem normal.

É jovens, as nossas personagens fofenhas estão de volta das férias de final de ano, Yui, Mio, Ritsu, Tsumugi e Azusa , e agora na mais nova etapa, elas entraram no ensino fundamental. “Oh! Grandes merda!” você jovem deve estar pensando, carma, ramo aos porquin, sejamos compreensivos.

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Sim, até um mero “bandeide” (sim, não escrevo “band-aid”) tem alguma importância em K-On.

O Enredo de K-On segue a mesma receita de bolo (e chá) da temporada passada. Mas algumas coisas estranhas acontecem. Vou explicar. K-On não tem compromisso nenhum, isso a gente sabe, é um anime sem nada de mais, sem grandes reviravoltas e talz. O problema é que nos primeiros episódios isso é levado ao extremo, a um extremo tão massante que cada minuto parece ser meia hora. Cansa e muito cara, e você fica se perguntando o que cacete você está fazendo assistindo. Os primeiros episódios são uma verdadeira provação. Depois, o enredo muda, e até a narrativa dá uma mudada, é como se ela dissesse “e se eu fizer isso aqui…” e assim jovens, surgem oportunidades incríveis de conflito entre os personagens.

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Conflitos? Se um bolo cair no chão já é algo “traumático” pra K-On.

Vocês sabem que é isso que enriquecem os personagens, conflitos, superações, emoções, e depois dos monótonos episódios iniciais fica muito na  cara e pipocam a todo momento situações em que seria possível transformar as personagens engraçadinhas e fofinhas em alguma coisa realmente mais profunda, mais interessante pelo menos. Mar não. K-On cai não larga o osso do moe mar nem a pau Juvenal, e todos, TODOS os momentos de conflito são miseravelmente jogados fora, como se nada tivesse acontecido, ou como o anime não quisesse que aquilo acontecesse, tudo para manter o ar leve que é marca de K-On.

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O Moe vai te dominar jovem, vai te fazer ter o mínimo de apego aos personagens e vai te fazer continuar e se acostumar.

Passada a sua frustração por não ter acontecido polha nenhuma do que você imaginava, começa uma coisa esquisita que faz parte do ciclo de transformação que K-On consegue provocar em que assiste. Você acostuma. Você liga o xodasse e ou larga de uma vez ou continua assistindo sem preocupação nenhuma. Você pode se acostumar tanto com isso dependendo da sua reação que você começa a dar risada do nada, por qualquer coisinha que aconteça, e você se flagra fazendo isso e não sabe se é um boboca por continuar assistindo ou se aquilo realmente era engraçado. Por isso jovens, os personagens continuam basicamente a mesma coisa, com pouquíssimas novidades, o ritmo continua o mesmo também.

“Ahhhh”

A trilha sonora está ok dentro dos padrões de K-on, mas tenho que dizer que a 1ª abertura é uma ruideza impressionante, uma cacofonia absurda que quase me custou os zuvidos.  De resto está legal, divertido, mas ainda não resolveram o problema da falta de sincronia da animação com a voz das personagens nos encerramentos, e deram um tapa nisso colocando (acreditem se quiser) a mão da personagem segurando o microfone bem na frente da boca pra ninguém ver. Espertinhos né?

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A Yui e a Azu-Nyah. O Moe de K-On é indescritível.

O restante continua legal, “assistível”, mas é muito, muito difícil você conseguir passar dos primeiros episódios se você já tiver passado pelo trauma da 1ª temporada, que já era lerda e sem nada de mais. Se você curtiu, ótimo, mas se não gostou, vish Maria José, te prepara, porquê na 2ª temporada isso é ainda mais forte. Aliás, uma vantagem de K-On é que você não precisa ter visto a primeira temporada pra entender a segunda, tamanha é a falta de ligação entre elas – vai ligar o que também né?

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De longe, a cena mais emocionante do anime, bem naquele finalzinho da formatura. Tenho que dizer que em certas coisas, o anime acertou.

Surpreendentemente o clímax da formatura é até legal, e o desfecho é muito nhé como um cotidiano que K-On é. Definitivamente jovens, não esperem absolutamente nada do anime, vocês podem gostar um pouco dele.

Mas K-On eu posso dizer que é um tipo de anime que amaldiçoa você. Não importa o quanto você grite, você esperneie, você o odeie do fundo do coração, se você será envolto na tortura cruel e inescapável do moe, da fofura e da completa falta de noção das coisas. Digo pra vocês jovens, tomem cuidado com K-On!

Grande Abraço!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador e rir com K-On já é muita coisa!

-1ª Opening (Abertura): Go Go Maniac! (Versão Full) – Aki Toyosaki, Yoko Hikasa, Satomi Sato, Minako Kotobuki e Ayana Taketatsu:

 

-2ª Opening (Abertura): Utauyo! Miracle (Versão Anime) – Aki Toyosaki, Yoko Hikasa, Satomi Sato, Minako Kotobuki e Ayana Taketatsu:

 

-1ª Ending (Encerramento): Listen (Versão Anime) – Aki Toyosaki, Yoko Hikasa, Satomi Sato, Minako Kotobuki e Ayana Taketatsu:

 

-2ª Ending (Encerramento: No, Thank You! (Versão Anime) – Aki Toyosaki, Yoko Hikasa, Satomi Sato, Minako Kotobuki e Ayana Taketatsu:

Equipe da Publicação:

Autoria: Lucas M. Rodrigues.
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão: Carlos A. Oyama.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Lucas M. Rodrigues, Carlos A. Oyama e Jeferson Capizani.
Publicidade: Daniela Duarte.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

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