Resenha RM# 13 - Kill La Kill

Resenha RM#13 – Kill La Kill

RESENHA MORTIFERA!

Kill La Kill

(Kiru ra Kiru – Anime)

Resenha RM# 13 - Kill La Kill

-Autor: Kazuki Nakashima.
-Diretor: Hiroyuki Imaishi.
-Editora Original: Kadokawa Shoten/Youg Ace.
-Editora Brasileira: SEM.
-Estúdio: Trigger.
-Exibição Original: 03 de Outubro de 2013 – 27 de Março de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: MBS, TBS, CBC, ANIPLEX, Anime Limited.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 Temporada.
-Arcos Abordados: Temporada inteira.
-Episódios: 24.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Ação, Aventura, Ecchi, Drama, Vida Escolar.
-Público Alvo: Shonen, Seinen.

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Um anime de FIBRA!

E o destino da humanidade!

HELL YEAH! E aí jovens, como estão? Hoje é dia de resenha completa, e como vocês viram nos posts dessa semana, mais uma obra do grande Kazuki Nakashima,  criador de Gurren Lagann vai dar as caras, o mega foda, bizarro e ecchi, um épico completamente diferente de tudo o que você já viu, a adrenalina da batalha que corre como sangue, KILL LA KILL!!!

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Acompanhamos no início nossa protagonista, Ryuko Matoi, uma garota que está em busca de vingança por seu pai. Seguindo pistas ela chega numa cidade completamente bizarra onde encontra sua inimiga mortal:  A tirânica Kiryuin Satsuki, uma rígida e fria líder que controla tudo e a todos com mão de ferro na suprema Academia Honnouji. É aí jovens que tudo começa.

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O Enredo de Kill La Kill é bem fodinha, na verdade é um outro clichê que funciona de maneira fenomenal.  Vingança, destino da humanidade e outros temas já muito batidos são usados de maneira bem dinâmica e diferente. Inicialmente simples o enredo vai crescendo e crescendo até tomar proporções que eram inimagináveis no começo da trama, tudo evolui muito bem e é impossível não notar o amadurecimento dos personagens durante a história. A Narrativa no começo é bem chatinha admito, mas isso tem uma razão, o começo é mais dedicado a mostrar como funciona aquele mundo ditatorial e militar regido pela antagonista Satsuki, a amizade de Ryuko com a completamente maluca Mako, sua única amiga na Academia Honnouji e algumas lutas que servem pra dar a noção de “wow! A coisa tá ficando foda!” com a ação aumentando cada vez mais.  Mas sim, essa lerdeza inicial pode encher o saco de algumas pessoas.

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O carisma dos personagens principais é imenso, e todos tem personalidades e vidas diferentes que se relacionam muito bem e faz você se importar com eles muito fácil. Com exceção de alguns fillerzinhos, o anime consegue criar momentos de ação épica, drama, tragédias e situações pesadas de maneira genial, e Kill La Kill soube usar esses momentos pra não deixar você se desprender de jeito nenhum da frente da tela.

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Apesar de quase não ter lógica nenhuma, Kill La Kill usa isso de maneira inteligente, é como se você não desse bola aos buracos na história ou as explicações escrotas que são dadas pra justificar alguma coisa. E sim, você não está doido, Kill La Kill lembra um pouco o gênero de mahou shoujo, diria até, um híbrido shonen com um “mahou ecchi” mas não me arrisco a dizer que é uma desconstrução (ao menos por enquanto).

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A animação é muito parecida com a do irmão mais velho de Kill La Kill, Tengen Toppa Gurren Lagann. É uma animação leve, mega animada mesmo, cheia de zoeiras e cenas de comédia muito boas. O desenho em si é bem particular e é facil identificar Kill La Kill num emaranhado de outros animes, e os personagens por si só também são muito visualmente marcantes.

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A Trilhas sonora, tanto aberturas e encerramentos quanto a música de fundo, são bem legais e funcionam quase com um super amplificador de quando a coisa fica realmente muito séria. A expressão dos personagens é ótima também, são muito intensas, fortes e transmitem emoções com uma facilidade absurda, mais uma vantagem de uma animação menos presa à realidade.

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Kill La Kill também tem seus pontos negativos. Um dos maiores e que podem encher o saco mesmo é o excesso de Ecchi do anime. É MUITO, MUITO ECCHI. Mar carma lá, por incriça que parível, não fica tão escroto. Não é como se a câmera ficasse seguindo os peitchos, as carcinhas e outros países baixos sempre, não, o Ecchi não atrapalha a história e não diminui o efeito das batalhas, se mostrando só mais uma coisa pra chamar a atenção mesmo. Tentaram explicar o porquê de tantos corpitchos seminus, mas, bem..é furada mesmo.

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As reviravoltas são muito boas, de verdade. O que acontece nos últimos seis episódios é sem paralelo, tudo ganha proporções gigantescas, e é aí que Kill La Kill atinge o seu grande clímax e desfecho. Questões como a humanidade, o amor, a amizade, o companheirismo e a família são explorados, a força, o poder, a força de vontade também, tudo isso se junta pra tornar a batalha final um clímax sensacional. O que pode deixar uma pulguinha atrás das zoreba é o desfecho. O desfecho é bem simples e levizinho, podendo diminuir um pouco o impacto do clímax. O que compensa é uma sensação de despedida, de adeus, e ficou bem legal nesse sentido.

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Se você quer assistir um anime de adrenalina a mil, se divertir e ver lutas fodas Kill La Kill é a sua cara, e mesmo que você curta animes mais complexos, pesados e afins, você vai curtir da mesma forma. Uma das qualidades do anime é essa, você consegue achar maneiro de várias maneiras diferentes. Kill La Kill é marcante, se leva a sério a ponto de fazer você se importar com ele, mas nunca tanto a sério assim pra te fazer achar aquele mundo bizarro estranho. Assistam, vale bastante a pena!

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Agradecimentos ao Mordek pela indicação 0/

Só aqui, no Blog RM!

Lucas M. Rodrigues, LMR, Co-Fundador, surpreso pra cacete com o mahou ecchi mais épico ever.

Grande Abraço procêis!

-Opening 1 (Abertura): Sirius (Versão Banda) – Eir Aoi:

-Ending 1 (Encerramento): Gomen ne liko ja irarenai (Versão Full) – Miku Sawai:

Equipe da publicação:

Autoria: Carlos Akihito Oyama..
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão:Lucas Moraes Rodrigues.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Carlos Akihito Oyama.
Publicidade: Daniela Duarte.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

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