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Análise de trilhas sonoras – Kill La Kill

RESENHA MORTÍFERA

KILL LA KILL

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-Autor: Kazuki Nakashima.
-Diretor: Hiroyuki Imaishi.
-Editora Original: Kadokawa Shoten/Young Ace.
-Editora Brasileira: SEM.
-Estúdio: Trigger.
-Exibição Original: 03 de Outubro de 2013 – 27 de Março de 2014.
-Exibição Brasileira: Não exibido no Brasil.
-Emissora Original: MBS, TBS, CBC, ANIPLEX, Anime Limited.
-Emissora Brasileira: Não tem.
-Temporadas: 1 Temporada.
-Episódios: 24.
-Duração: 24 Minutos.
-Gênero: Ação, Aventura, Ecchi, Drama, Vida Escolar.
-Público Alvo: Shonen, Seinen.

[HorribleSubs] Kill la Kill - 01 [1080p].mkv_snapshot_04.12_[2013.10.03_18.48.25]A ação que supera a nudez

Kill La Kill, um anime de ecchi, ação, lutas e mais um pouco, para ser bem sincero, esse anime é um daqueles que logo de início não chama a atenção pelo seu universo, pela abertura, ou por sua própria trilha sonora, basta ver a primeira aparição da personagem com seu uniforme divino que vocês entenderão o que digo. Kill La Kill segue o padrão do que é esperado para um anime, sua primeira abertura e seu primeiro encerramento não são épicos, mas também não são ruins, são perfeitamente medianos.

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É exatamente esse uniforme (ou ausência dele) que causa todo o apelo ecchi do anime.

Apesar do apelo ecchi realizado no anime que costuma chamar muita atenção, a trilha sonora de Kill La Kill rende bons momentos e consegue mudar suficientemente o ambiente para que o foco das lutas seja a ação e o clímax, superando o fato de que a protagonista está seminua. A abertura não contém cenas de luta, um ponto que poderia ser mais valorizado já que o anime é um shonen de ação, a letra da música foi feita para representar o universo de Kill La Kill, o mundo opressor e a vontade de se libertar das correntes que prendem as pessoas. O design não é generalizado, é simples e combina com o gênero, a cor principal da abertura é o vermelho, que remete ao sangue necessário para liberar os poderes do uniforme da protagonista.

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O encerramento é muito mais “sentimental” do que a abertura, e puxa um lado mais feminino de Ryuko Matoi, ele retrata algo muito mais próximo da vida normal de uma estudante, a vida tediosa, conversas fúteis, algo realmente mais comum. As cores são bem claras, nada que seja mais intenso, ressaltando a emotividade da letra da música e certa leveza que combina com a melodia.

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Uma garota olhando um vestido, indiscutivelmente feminino.

Kill La Kill e sua primeira abertura e encerramento são medianos quando comparados com outros shonens, sem ressaltar as características principais de um anime de ação, esse anime perde pontos importantes que poderiam ser acrescentados em uma abertura e possivelmente no encerramento, a intensidade de boas cenas de luta são praticamente desprezadas em ambos.

Snapshot - 125

Obrigado por acessar o RM e até a próxima resenha!

-Opening 1 (Abertura): Sirius (Versão Banda) – Eir Aoi:

-Ending 1 (Encerramento): Gomen ne liko ja irarenai (Versão Full) – Miku Sawai:

Carlos Akihito Oyama / CROW
30 de abril de 2014, SP, São Paulo

 

Equipe da publicação:

Autoria: Carlos Akihito Oyama..
Direção: Lucas M. Rodrigues.
Edição: Jeferson Capizani.
Revisão:Lucas Moraes Rodrigues.
Tradução: Julio I. Arrivabene.
Roteiro: Lucas M. Rodrigues
Diagramação: Jeferson Capizani.
Redação: Lucas M. Rodrigues e Jeferson Capizani.
Produção: Carlos Akihito Oyama.
Publicidade: Daniela Duarte.
Colaboração: Julio I. Arrivabene.

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